
Dobrar o Cabo de São Vicente, em Sagres, foi uma experiência que tocou a mesma fronteira mítica cantada n’Os Lusíadas. O corpo sente o mar duro e exigente, e a mente percebe, sem metáforas, o verso: “quem quer passar além do Bojador tem de passar além da dor.”
O privilégio de sentir aquele mar “nunca antes nadado” foi uma emoção sem palavras.
Água fria, corrente, ondulação, mas uma energia e um poder gigantes.
Inesquecível!
Joana Galhardo
